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Algumas coisas que eu espero de 2026

Por Erick

Como não fui contemplado pela Mega Sena da virada, sigo sem condições de contratar um exército de redatores para abastecer o império midiático da PauleraCast Inc. Então volto eu mesmo para comentar o que ando esperando do rock n roll neste início de 2026.

Janeiro já chega com três lançamentos que prometem: o primeiro EP da Falchi e os novos álbuns do Soen e do Megadeth.

A Falchi, projeto solo da Jéssica Falchi, ex-Crypta e guitarrista da Iron Ladies, vem mostrando serviço. Dos três singles já lançados, Sunflare ainda é o que mais me fisga, mas Sweetchasm, Pt. 2 traz um peso diferente que pode indicar um EP bem mais variado do que parecia no começo. Vamos acompanhar.

O Soen, que já virou habitué do PauleraCast, lança Reliance em 16 de janeiro. Primal, Mercenary e Discordia mantêm a banda naquele equilíbrio perfeito entre melodia e porrada, com guitarras que parecem ter saído de uma fornalha djent. Se o álbum seguir o nível dos singles, vem coisa grande por aí.

Fechando a trinca, temos o tão falado último disco do Megadeth. Três músicas já apareceram, mas só a primeira realmente me empolgou. Tipping Point funciona bem, enquanto I Don’t Care e Let There Be Shred ficaram com um quê de infantilidade, tanto nas letras quanto nos clipes. Espero sinceramente que o restante do álbum não siga por esse caminho.

Sobre shows, 2026 já começa me fazendo vender um rim para ver o AC/DC. Em fevereiro tem Weather Systems, e em maio o Dream Theater, ainda sem ingressos garantidos. A tour do Parasomnia não me anima muito, mas a promessa da última execução completa ao vivo de A Change of Seasons já vale o esforço. Também sigo com alguma esperança de conseguir um ingresso de revenda para o Iron Maiden em outubro, já que perdi a venda oficial e hoje a chance de conseguir um ticket para o domingo (25/10) é zero. Alguém se dispõe a ajudar o amigo?

Os festivais Monsters Of Rock e Bangers Open Air, por outro lado, não me convenceram. Diferente de outros anos, nenhum line up trouxe aquela banda que me faria atravessar a cidade. Por enquanto, vou acompanhar tudo pelos canais especializados e manter a esperança de ver alguma surpresa decente no Rock in Rio pela TV. Vai que…

No fim das contas, 2026 começa com aquela mistura clássica de ansiedade, esperança e um leve medo de decepção que só quem acompanha música pesada entende. Se tudo der certo, quando o ano acabar a gente olha para trás e descobre que alguma dessas apostas realmente valeu a espera.

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